Review: "Orange Is the New Black" - 1ª Temporada

02/11/2014

Orange-is-the-new-Black

Olá pessoal, quantos ANOS hein? Já estava morrendo de saudades do Crash e de expor minha opinião sobre determinadas séries!

Bom, hoje eu estou aqui para falar de uma série que me atrevo a dizer estar sendo a “febre do momento”. Mesmo com tantas pessoas me indicando e a critica falando super bem da série, eu relutei bastante para começar a vê-la. Preciso falar antes de tudo, que vou tratar apenas da PRIMEIRA TEMPORADA e depois farei um review da segunda.

A série, pra quem não sabe, é produzida pela Netflix e como os próprios atores já falaram, ninguém apostava no sucesso da série de inicio, mas hoje estamos ai, com a série sendo indicada a vários prêmios assim como os atores que fazem parte da mesma.

Orange is the New Black

O titulo não me prendeu no primeiro episódio não... Nem no segundo e nem no terceiro. Foi me prender mesmo lá pelo 6º episodio, eu acho. Porque demorei a me encantar pela série? Vários fatores. Primeiro preciso falar que fiquei meio chocada com algumas cenas dos primeiros episódios (as das detentas se pegando sem medo e sem vergonha hahahaha), mas depois acabei me acostumando e isso já é cotidiano e às vezes até nos proporciona boas gargalhadas. Segundo ponto que me fez travar um pouco também foi o fato de que os episódios são muito longos. A maioria das séries que eu assisto tem apenas 40 minutos e às vezes já acho bem maçante (em algumas séries é claro! Tem algumas que acho que 40 minutos é pouco), mas quase uma hora vendo o mesmo episódio me deixava desanimada para continuar e me fez demorar quase um mês pra chegar na metade da temporada. E em terceiro, porém não menos importante, foi que no inicio eles focaram demais na história da personagem principal, a Piper Chapman, seu noivo Larry Bloom e sua ex namorada Alex Vause, que foi a quem colocou na prisão. Desanimei totalmente mesmo... Achei que estavam enrolando demais e ficava pensando: “O povo está fazendo muito alarde, não estou achando a série tudo isso que as pessoas estão falando.” Comentando isso com uma amiga minha ela falou que não era pra eu desanimar e que a série ia ficar boa. Fui assistindo nas horas supervagas mesmo e eis que me apaixonei! Quando eles começaram a focar nas histórias das outras detentas e não só na história da Piper, ai a parada elevou de nível! Os episódios foram ganhando mais força (até hoje ainda acho que são longos demais) e eu não consigo ver apenas um episodio. Comecei a acompanhar a série no meu tablet e ver dentro do ônibus, o que já me rendeu vários olhares de estranhos sentados ao meu lado de quando tem duas mulheres se pegando (ahahaha).

uzo-aduba

E a paixão que desenvolvi pela personagem Crazy Eyes? A atriz que a interpreta, a Uzo Aduba, já ganhou até prêmio pela sua impecável atuação. E não é só ela que manda bem não, tem muita gente boa que nos faz emocionar com as histórias que as detentas enfrentam. A série foi mudando... A Piper deixou de ser aquela mocinha chata e mostrou o que uma prisão pode fazer a uma pessoa. E o último episódio? O que foi aquilo? Sem spoilers é claro, mas foi simplesmente maravilhoso. Queria poder ficar aqui falando de cada personagem e suas respectivas histórias, mas infelizmente não dá.

Enfim... Hoje é sim uma série que eu recomendo para que todos assistam! E assistam rápido, porque ela fica melhor a cada episódio! Estou no meio da segunda temporada e logo logo estarei aqui fazendo o review da segunda temporada.

Então é isso. Deixe sua opinião aqui embaixo e vamos conversar um pouco sobre a série. Um abraço a todos e até a próxima.

Momentos Ridículos do Mundo Nerd! “Supernatural”

26/10/2014




Todos temos uma série preferida e só enxergamos pontos positivos nela, mas para alegria de todos eu estou aqui para mostrar as coisas mais ridículas que você viu e não viu, e a obra escolhida foi nada mais nada menos que: Supernatural. Diga-se de passagem que é uma ótima série que já viveu seus tempos de gloria e que ainda hoje traz um certo contentamento aos fãs. Não quero me prolongar muito nisso, então vou trazer um pouco das "tosqueiras" de Dean e Sam, que já são toscos naturalmente. Os irmão Winchesters mostram pra nós que caçar demônios, anjos ou seja lá o que for não deixa de ser um trabalho muito divertido e que rende boas risadas. Entre episódios e bastidores, vamos conferir o que vem por ai:



E pra começar nada melhor que um dos episódios mais clássicos e ridiculamente engraçado, o 5×08 - Changing Channels, que numa narrativa ao estilo sessão da tarde, seria um episódio onde essa dupla do barulho se mete em altas confusões numa aventura boa pra cachorro. Sinceramente, desse eu nem preciso falar muito e recomendo desde já assisti-lo.








Um momento que será lembrado por todos os fãs, é aquele que no final do episodio 4×06 – Yellow Fever, Dean mostra sua performance fenomenal de "Eye Of The Tiger". Não tem quem não lembre dessa cena hilária que chega até a ser quase tão bom quanto o clipe da banda:







Não poderia faltar aquele momento básico de romance no episodio 2×15 – Tall Tales, onde o Trickster da as caras pela primeira vez e nos proporciona um dos mais engraçados episódios e em destaque para os acontecimentos malucos, como a abdução de um estudante que dança com os E.T’s ao som de "Lady in Red". As caras dos garotos são as melhores!




Deixarei vocês com os melhores e mais engraçadamente bizarros momentos dessa série que tanto gostamos, ou não. Me perdoem se esqueci algum que vocês gostam mais. Comentem ai em baixo sugestões de momentos ridículos do mundo nerd para próximas edições. Espero que gostem e mantenham a chama da babaquice viva.




Confesso que nunca vi esse episódio direito, e nem preciso dizer porque...

I'VE GOT GENITAL HERPES (clique na imagem)






Primeiras Impressões: "Constantine"

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Mais uma série baseada em HQs da DC Comics caiu na web, assim como ocorreu com “The Flash”, o piloto de Constantine, série criada por Daniel Serone (“The Mentalist” e “Dexter”) e baseada na obra "Hellblazer" de Alan Moore, Jamie Delano e John Ridgway, tem seu primeiro episódio disponibilizado antes do lançamento oficial. Quando falamos em adaptações do famoso mago Constantine, a primeira lembrança que todos temos é a do filme com o Keanu Reeves, que recebeu muitas críticas dos fãs antigos que eram leitores assíduos dos quadrinhos Hellblazer, por não ter sido muito fiel às HQs. No longa, John era americano, possuía cabelos negros e o Chass era um moleque entre outras alterações. Isso tudo definitivamente não agradou quem acompanhava o título original e esperava uma adaptação um pouco mais condizente com o enredo, apesar de eu ter gostado muito da atuação do Keanu Reeves (confesso que talvez seja pelo fato de ser fã da trilogia Matrix), mas essas descaracterizações realmente me incomodaram. Sobre o seriado, os produtores já deram a entender que pretendem ser o mais fiel possível aos quadrinhos. Enfim, após esse pequeno prólogo, vamos dar início ao que interessa. Se ainda não viu o piloto não continue a ler essa review, contém spoilers. De início, podemos observar um John Constantine (Matt Ryan) completamente perturbado por ter condenado uma menina de nome Astra ao inferno numa tentativa falha de salvá-la. A garota foi possuída por um demônio invocado erroneamente pelo mago exorcista, uma clara adaptação do famoso arco de Newcastle nos quadrinhos.  Por esse motivo, ele se interna voluntariamente num hospital psiquiátrico e se submete a sessões intensivas de terapia com choques elétricos. Tudo isso para tentar esquecer o incidente e superar o trauma desse fatídico evento. Entretanto, John não consegue de nenhuma forma se perdoar e busca um método de reverter o resultado ocorrido. Ainda no hospital, John acaba encontrando e perseguindo uma trilha de insetos (algo que já é clichê, certo?) que o leva até uma garota possuída, onde o mago dá a primeira demonstração de suas habilidades e descobre que a filha de um falecido amigo seu, chamada Liv Aberdine (Lucy Griffiths) está correndo risco de morte, sendo caçada por um demônio que retira seus poderes da eletricidade. Enquanto John tenta protegê-la, também conhecemos Manny (Harold Perrineau), um anjo caído de personalidade sarcástica e Chass Kramer (Charles Halford), seu velho amigo taxista.

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John entrega pra Liv as chaves de uma casa no meio da mata que foi deixada por seu pai e que está repleta de artefatos mágicos, como o capacete do Sr. Destino, o elmo de Nabu, etc. Como já foi dito pelo diretor David Goyer, ao que tudo indica, o seriado terá forte influência dos quadrinhos e e esse universo místico/ocultista da DC será devidamente explorado e representado (assim esperamos). Por fim, conhecemos o Dr. Ritchie (Jeremy Davies), um metafísico que trabalhou com John no passado e tem envolvimento no caso de Newcastle e que, atualmente, abomina o mago e só quer distância dele. Sobre o fato de John não poder aparecer fumando nas cenas, por se tratar de uma emissora aberta e não permitirem por lá, rendeu bastante polêmica e descrédito por boa parte dos fãs antigos dos quadrinhos e outras adaptações. Os produtores parecem tentar amenizar isso fazendo com que o mago, apesar de não poder aparecer de forma explícita com cigarros, implicitamente fosse visto como fumante assíduo, o que achei uma boa tentativa e que pode ser funcional. No mais, vale destacar a excelente atuação do ator Matt Ryan, que sob minha ótica, incorporou Constantine de maneira muito convincente. Eu realmente gostei da interpretação dele, além da caracterização do personagem, era como se o próprio John tivesse saído das HQs (só faltou o cigarro). O Matt arrasou e devo parabenizá-lo! O que faltou ao personagem, porém, foi um pouco mais da sua icônica sagacidade e astúcia (esse é o John que todos queremos ver, não um “mocinho” tentando reparar seus erros!), algo que deve ser melhorado pelos roteiristas e produtores, mas fora isso me agradou muito. Sobre os efeitos especiais, apesar de ser algo limitado em seriados, o diretor soube usar muito bem o que tinha e gostei bastante do resultado. Quando a review começou a ser escrita, ainda não havia surgido as notícias de reviravolta no elenco que ocorreram recentemente, então tomei a liberdade de acrescentar o que se tornou conhecido até agora, a seguir. O que deu pra notar no piloto que todos assistimos é que a primeira temporada da série seria focada na dupla Constantine-Liv. Enquanto a garota usaria seus poderes de vidência para detectar ocorrências na cidade, o mago faria de tudo para protegê-la e deter os incidentes, da mesma forma que ocorria com o John em parceria com seu falecido amigo Jasper. No entanto, nos últimos dias, todos nós recebemos a notícia de que a atriz Lucy Griffiths, intérprete da Liv, foi retirada da série pelos showrunners que decidiram seguir um caminho diferente. Outro fato importante que tivemos conhecimento foi o da introdução da personagem Zed como substituta da Liv. Nas HQs, Zed foi amante do John e será interpretada pela atriz mexicana Angélica Celaya.
 
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5Também ficamos sabendo através de uma entrevista dos produtores da série que o personagem Espectro, criado em 1940 por Jerry Siegel e Bernard Baily será introduzido no decorrer da temporada. Trata-se de um espírito que possuía como hospedeiro o policial Jim Corrigan, que retornou da morte com a missão de punir almas corruptas. Com a mudança na ideia original que envolvia a personagem Liv, é certo que o piloto sofrerá algumas adaptações, para que ela seja menos participativa e relevante e possa ser facilmente retirada do seriado ao longo dos episódios seguintes. O que esperar dessa série que mal teve sua estreia oficial e já está causando tanto burburinho? Só aguardando e conferindo pra saber! Muita gente estava esperando um Constantine pendendo mais pro estilo "novos 52", contudo, pelo que deu pra notar nesse piloto, vem um mago voltado mais aos padrões clássicos. O que é certo e que ninguém duvida mesmo é que, se for do nível das HQs, Constantine será um tremendo sucesso!

Primeiras Impressões: "Gotham"

09/10/2014


Em meio a tantas séries de heróis que estão emergindo hoje em dia, temos uma que se destaca por não ter como protagonista um herói com poderes especiais, mas sim o herói das ruas, que é pago para cumprir seu dever e livrar sua cidade do crime. Estou falando de Gotham senhoras e senhores, a mais nova série da FOX, em parceria com a DC comics, que mais uma vez, traz seus personagens simbólicos para as vistas do público em geral.

Na obra produzida por Bruno Heller (The Mentalist), e dirigida por Danny Cannon (O Juiz - 1995), veremos como é a cidade de Gotham, através dos olhos de James Gordon (Ben McKenzie), um detetive novato, herói de guerra e filho de um antigo policial bem conhecido. Gordon é o típico bom policial que quer tudo certinho em seu devido lugar, mas ele entra numa cidade que está mais suja do que ele pode imaginar. Seu parceiro, detetive já antigo na cidade, Harvey Bullock (Donal Logue) é do tipo esperto e que sabe como jogar em Gotham City. Por ser corrompido pela sujeira da cidade, ele vê em Gordon um problema em seus casos, mas no decorrer do episódio, essa relação entre eles é bem trabalhada e nos faz pensar que eles podem se dar bem. 



Em paralelo a isso, temos o jovem Bruce Wayne (David Mazouz), que perde seus pais tragicamente, para um bandido qualquer na rua. O pobre garoto se vê em estado de choque e se depara com o detetive Gordon que lhe faz a promessa de encontrar o culpado pelo crime. Começamos a perceber o desenrolar das relações da trama, e tudo passa a se interligar. Um ponto que chama muito a atenção na série é a ambientação. Quem é fã ou já leu histórias do Batman, logo vai notar o tom obscuro das ruas de Gotham City e a criminalidade constante que se passa nas ruas, mas preservando a sua modernidade de uma grande cidade.



E falando em criminalidade, não posso deixar de falar dos vilões, tivemos uma grande quantidade deles apresentados já no primeiro episódio como o Charada, Mulher Gato, Hera Venenosa e o Pinguim, esses dois últimos tiveram maior participação, e cada um deles teve um “easter eggs” em forma de piada que deixa a entender seu futuro maléfico que está por vir. E uma personagem recente no mundo do Batman, a Fish Mooney, uma gangster ardilosa, já está sendo inserida na série e rendendo elogios.



Gotham é uma obra que tem muito para dar certo, nós já conhecemos a Gotham City de hoje em dia, bem mais sombria e violenta. Na série veremos como ela se tornou o lar do Batman. A violência física, a corrupção e a subdivisão do crime nas ruas, é bem explorada e mostrada. Os fãs foram agraciados com mais uma boa obra, embora tenha seus defeitos em relação a ação propriamente dita que ainda deixa a desejar, mas está começando agora, por isso damos um voto de confiança. O primeiro episódio nos deixa com gostinho de quero mais e até mesmo, quem sabe, ver o Coringa mais pra frente. Um mergulho em Gotham City é o que você terá ao assistir esta série. A receita é boa, vamos esperar que a execução seja tão boa quanto. 

Sinopse oficial:

"Crescendo nos subúrbios no entorno de Gotham, James Gordon (Ben McKenzie) idealiza a cidade como uma metrópole glamourosa e empolgante onde seu falecido pai foi um bem-sucedido promotor. Agora, duas semanas após começar seu trabalho com detetive em Gotham e pedir sua bela namorada em casamento, Barbara Kean (Erin Richards), Gordon está vivendo seu sonho - mesmo que ele precise trabalhar para restaurar a cidade na versão pura das suas memórias de criança. Corajoso, honesto e pronto para provar o seu valor, o detetive novato se torna parceiro do impetuoso, perspicaz e lendário Harvey Bullock (Donal Logue). Os dois investigam o maior caso da cidade: o assassinato dos bilionários Thomas e Martha Wayne. Na cena do crime, Gordon conhece o único sobrevivente da tragédia: o filho de 12 anos do casal, Bruce Wayne (David Mazouz), por quem o policial sente uma inexplicável afinidade. Comovido pela perda do garoto, Gordon promete pegar o assassino.

Ao mesmo tempo em que enfrenta as políticas duvidosas do sistema judiciário de Gotham, Gordon enfrentará a imponente chefe de gangue Fish Mooney (Jada Pinkett-Smith) e muitos dos personagens que se tornarão alguns dos mais renomados vilões da ficção, incluindo a adolescente Selina Kyle, a futura Mulher-Gato (Camren Bicondova) e Oswald Cobblepot/ Pinguim (Robin Lord Taylor). Apesar do drama criminal se concentrar na turbulenta ascensão de Gordon no departamento de polícia de Gotham, liderado pela Capitã Sarah Essen (Zabryna Guevara), a série também mostrará a amizade inesperada entre Gordon e o jovem herdeiro da fortuna Wayne, que passou a ser criado pelo mordomo Alfred (Sean Pertwee). É uma amizade duradoura que terá um papel crucial em ajudar o jovem a se tornar o herói que ele está destinado a ser".


Trailer: 

Review: Drifters - Volume 01

28/09/2014

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Imagina se você estivesse a frente de uma guerra, com poucos recursos e poucas chances de vitoria e como meio de ajuda pudesse convocar para o seu exército os maiores especialistas e guerreiros que o mundo já conheceu? Essa é a intrigante premissa do Mangá Drifters, lançado em Junho pela editora Nova Sampa. O titulo é de autoria de Kouta Hirano, já conhecido no meio "Otaku" pelo sucesso do Anime e Mangá Hellsing. A historia se inicia num Japão antigo, mas especificamente na batalha de Sekigahara, onde o famoso Shimazu Tohohisa se manteve diante de dezenas de soldados para que seu tio pudesse fugir do local da batalha com vida. Até ai tudo certo... O Mangá parecia mais um Seinen que exploraria o passado da terra do sol nascente, mas quando Shimazu se deparou com o fim ao qual a historia lhe reservou, eis que toda estrutura inicial do Mangá parece se quebrar e nos deparamos com algo que surpreende tanto o protagonista como a nós leitores.


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Primeiramente o protagonista se encontra em um lugar totalmente surreal para a época em que ele estava vivendo e logo depois é transportado para um outro mundo completamente desconhecido, mas que estranhamente se assemelhava visualmente com o seu antigo mundo. E é com a chegada de Shimazu Tohohisa que descobrimos que outros grandes guerreiros e nomes da historia estão presentes neste mundo: Oda Nobunaga, Joana D`arc , Anastácia Nikolaevna e entre outros gênios e guerreiros danossa historia.


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Claro que com a chegada dessas figuras a este novo mundo, que são chamados de "Drifters", o outro lado da moeda também iria querer a ajuda desses seres humanos cheios de experiências e habilidades. Acredito que aqueles Drifters que foram para o lado do Lorde Negro e passaram a se denominar "End's",  podem estar sendo controlados e outros podem simplesmente ter escolhido este lado negro da força por diversas razões.  O interessante neste primeiro volume é como ele consegue mostrar que nem todos os grandes guerreiros e heróis são exatamente como as pessoas imaginam e quanto os seres humanos estão dispostos a mentir e persuadir para manter o equilíbrio da honra e da historia de seus sucessores. O mundo ao qual os Drifters foram jogados parece tão expansível e é basicamente um mundo mágico cheio de Elfos, Hobbits e derivados que pode ser muito bem aproveitado pelo autor.  Espero que seja, sem contar que personagens como, Joana D`arc e Anastácia Nikolaevna mostraram poderes especiais e espero ver como os protagonistas conseguirão poderes deste tipo, se é que eles irão ter ou se eles já tem. A tradução e edição do Mangá esta hilária, Marcelo Del Greco soube realmente dosar as diferenças de linguagem entre os diversos personagens e adaptar bem para o nosso querido e velho português, de maneira entrosada e divertida, até porque os personagens são de épocas diferentes, países diferentes e mundos diferentes.


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O titulo sem dúvidas é um ótima leitura, principalmente para quem gosta de personagens e momentos históricos,  e o autor ainda consegue deixar aquele clima meio "Hellsing", sabe? E essa é a uma das coisas que mais gostei no mangá, você tem em mãos um trabalho que difere muito das aventuras e desventuras de Alucard mas ainda consegue sentir o mesmo clima, e isso é ótimo, pois nem todos os autores de Mangás conseguem emplacar uma nova obra que consiga ter essa característica de forma positiva e agradável. Agora é a vez de vocês leitores darem suas opiniões. O que acharam dessa nova empreitada da editora Nova Sampa? E os misteriosos Murasaki e Easy, o que são eles? Deuses? Humanos que estão a frente da guerra? Deixem suas opiniões! 

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sampa_drifters01Drifters - Nova Sampa No. de páginas: 220 (média)
Formato: 13,5 X 20,5cm
Periodicidade: Bimestral  

Eventos: Confira o que rolou no encontro de fãs dos Cavaleiros do Zodíaco

15/09/2014


Voltar de hiatus e poder realizar um evento de um titulo como Cavaleiros do Zodíaco foi extremamente gratificante, ainda mais com um público tão dedicado e participativo.



Tínhamos uma mistura de gerações presentes no evento que emocionou e surpreendeu muita gente. Todos conseguiram discutir e se inteirar de uma forma única que só a obra dos Cavaleiros do Zodíaco consegue fazer com os fãs.

Gabriel Andrade - Vencedor do Sorteio


Os Cosplayers que participaram estavam realmente incríveis!  



Na hora da discussão todos ficaram muito empolgados, principalmente pra falar do filme.

"Latas Velhas" Só os fortes entenderão... 



O nosso campeonato de game dos Bravos Soldados foi um sucesso!

(Equipe Crash Inside com o vencedor do torneio)



O pessoal da Saga deu um Workshop de como desenhar Mangá, que foi simplesmente demais. 




Obrigado as empresas que nos ajudaram, Bakamoon, Yázigi, Gráfica Reprocenter, Saga e a todos que foram prestigiar nosso trabalho.Nos encontramos no próximo evento! 


Confira abaixo a galeria de fotos do evento: 

Créditos das fotos: Agência ISO



Momentos Ridículos do Mundo Nerd! "Os Cavaleiros do Zodíaco"

12/09/2014




Olá humanos de todas as espécies! Estou aqui mais uma vez para trazer alegria a seus corações, e dessa vez em comemoração aos 20 anos dessa franquia que fez e faz muito sucesso e que também conquistou o coração de muitas crianças há anos atrás! Nada mais nada menos que os Cavaleiros do Zodíaco, que contará com a estreia de seu primeiro filme em CG, com belos efeitos e design muito bem executados. Vale muito a pena assistir. Deixando de “puxar saco”, vamos falar das coisas feias que víamos antigamente e que até hoje é motivo de muitos risos e chacota. Para começar, tem uma cena que é clássica e quem vê ainda ri, inclusive eu, que é o ser vivo que mais ficou cego na história do mundo, Shiryu de dragão, que numa estratégia de Seya de Pegasus, quebra seu próprio escudo:




E para melhorar a situação dos Cavaleiros de Athena, temos o exemplo mais másculo de protetor, Shun de Andromeda, que num ato de desespero para salvar a vida de seu amigo Hyoga de Cisne, deita sobre seu corpo congelado, e com a energia do amor o descongela para mais uma batalha. Essa foi uma cena memorável e inesquecível, melhor dizendo, infelizmente foi inesquecível...



E pra completar deixarei vocês com uma imagem tosca com uma piada interna que os fãs irão lembrar, e uma dica soberba pra quem quer rir muito: um canal no youtube com os erros de dublagem clássica dos Cavaleiros. Recomendo desde já acessarem e vou até por uma amostra aqui para vocês. Então divirtam-se e participem do nosso evento, que será domingo dia 14 de setembro na livraria Saraiva do shopping Recife, e que você não pode ficar de fora.





Tem bem mais de onde veio esse....

Review: Os Cavaleiros do Zodíaco "A Lenda do Santurário"

11/09/2014


No céu há uma constelação. Escolherá o vencedor. Brilhando não se extinguirá... Até cumprir sua missão!

Admito que hoje foi um dia um tanto nostálgico para mim. A única coisa que me vinha a mente o dia todo era uma memoria muito antiga da primeira vez que vi Os Cavaleiros do Zodíaco na rede Manchete: eu estava em frente a uma Tv preta e branca, e a única coisa que me lembro era de bonecos lutando e gritando poderes aos quais eu mau conseguia entender, por ter apenas uns 4 anos de idade, e logo em seguida veio a música de encerramento que até hoje o trecho inicial ficou gravado como uma marca na minha mente!



Quando estava seguindo para o cinema sabia que não podia fazer comparações, afinal de contas o filme é uma nova proposta, mas no fundo do meu coração de fã tinha medo que as memorias que estão marcadas na minha mente fossem destroçadas por algo terrivelmente meia boca, feita para agradar uma geração que mal se importa com o mundo ao seu redor... Mas vamos parar de drama de fã boy e partir para o que interessa, né?


O filme sem dúvidas tem um ar bastante agradável e é lindo visualmente, mas será que isso compensa ele como um todo? Depende muito, se você for um fã das antigas e com toda certeza ao ver o filme irá fazer comparações mesmo se forem minimas. Esses fatores não vão ser fatais na hora de bater o martelo mas se você pertencer a nova geração isso vai agradar até demais. Devo dizer que a historia foi bem fluida e a toda hora eu ficava imaginando se iria dar tempo de mostrar realmente a historia que se remete a parte das dose casas. Parecia que o filme iria acabar a qualquer momento e a historia não iria ser concluída, o que me deixou um pouco aflito, mas ao decorrer dos 63 minutos tudo parecia se encaixar e fluir para um final bacana.


Como todos devem saber, humor nunca foi um ponto forte em Cavaleiros do Zodíaco, mas no filme isso funcionou muito bem até chegarmos na parte do Mascara da Morte, que causou revolta na sala em que eu estava e que sem dúvidas outras pessoas ao redor do Brasil também devem ter compartilhado deste momento cheio de lindos xingamentos. Outro momento de revolta foi com a derrota do Ikki e o triste fim do Afrodite que não teve tempo nem de mostrar a sua personalidade no filme. O Seiya desde o lançamento do trailer, acho ele parecidíssimo com o Tenma, do The Lost Canvas, na parte do humor, personalidade e aparência, o que me fez pela primeira vez gostar do Seiya, até porque todo aquele protagonismo exagerado não se mostrou em extremo no filme.




O filme, por ser algo curto, se mostrou mais lógico em alguns pontos como por exemplo, na parte em que os cavaleiros de ouro se juntam para lutar, enquanto no anime eles não faziam nada. No filme eles se mostravam bastante prestativos e carismáticos.



As armaduras ficaram ótimas e bem compactas. Já o santuário, com todo aquele esquema nas nuvens, não me agradou muito porque fugiu um pouco do visual que a Grécia sempre ofereceu no universo dos cavaleiros. O poder que o saga conseguiu ficou um pouco mal explicado mas deu pra relevar no final. E a cena pós crédito? Foi muito boa! Shiryu e sua armadura iluminando quarterões! E a trilha sonora? Não foi aquela coisa digna da franquia, eu sinceramente esperava muito mais...



Bom, o filme foi bem divertido e cumpriu seu papel como um bom entretenimento para ver com a família num domingo qualquer no cinema. Muita gente esta falando e vai falar que parece mais um filme da Disney e todo esse blablabla que já vemos há semanas. O conselho que dou é o seguinte: Vá sem medo, curta o que o filme tem de melhor a oferecer, pois ficar fazendo muitas comparações vai fritar o seu cérebro. Se divirta com seus amigos e sua família e continue com as boas memorias do clássico guardadas em suas mentes, pois a lenda nunca morrerá! 

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